Se você é do tipo que entra no avião já calculando quantos % de bateria vai precisar até o pouso, vale prestar atenção: uma nova diretriz da Organização Internacional de Aviação Civil muda a forma como usamos power banks durante os voos.
A partir de agora, o uso dessas baterias portáteis a bordo fica restrito. Em outras palavras: você ainda pode levar o power bank na bagagem de mão, mas não poderá utilizá-lo para carregar seus dispositivos durante o voo.
O que está proibido (e o que continua permitido)
A regra é simples, mas muda hábitos comuns:




- Pode levar: power banks continuam autorizados na bagagem de mão
- Não pode usar: recarregar celular, tablet ou outros eletrônicos com o power bank durante o voo
- Motivo: segurança — baterias de lítio podem apresentar risco em caso de superaquecimento
Na prática, a decisão oficializa algo que algumas companhias já vinham adotando por conta própria. Empresas como a TAP Air Portugal e a Emirates já tinham começado a restringir o uso a bordo em determinados voos.
Por que essa mudança aconteceu
A medida foi baseada em recomendações de especialistas em transporte de materiais considerados perigosos. O conselho da ICAO aprovou a atualização de forma unânime, e agora a diretriz será aplicada aos 193 países membros — incluindo o Brasil.

Ou seja: não é uma regra isolada de companhia aérea. É uma orientação global que tende a virar padrão nos próximos meses.
Como isso impacta sua viagem (na prática)
Aqui entra o ponto mais importante: organização.
Hoje, muita gente depende do celular para praticamente tudo durante a viagem — cartão de embarque, reservas, seguro, mapas, entretenimento das crianças. Sem o power bank, o planejamento muda um pouco:
- Carregue tudo antes de embarcar
- Dê preferência a assentos com tomada ou USB
- Ative o modo economia de bateria
- Leve cabos acessíveis na mochila
Para quem viaja com crianças, isso pesa ainda mais. Tablet descarregado no meio do voo pode significar… mudanças de humor em altitude.
Um detalhe importante
A restrição vale para passageiros. Tripulantes ainda podem utilizar dispositivos portáteis de recarga, desde que sigam regras específicas.
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